No curto prazo, a pele queimada pode apresentar:
• Ardência, calor e sensibilidade ao toque.
• Vermelhidão intensa e, em casos mais graves, formação de bolhas.
• Descamação nos dias seguintes, à medida que a pele se renova.
Já no longo prazo, episódios repetidos de queimadura solar estão associados a:
• Envelhecimento precoce, com perda de firmeza e elasticidade.
• Manchas escuras ou brancas no tom da pele, que podem levar anos para aparecer, surgindo apenas depois de repetidas queimaduras.
• Maior tendência ao desenvolvimento de melasma.
• Danos acumulados no DNA das células, que podem levar à formação de lesões pré-malignas, câncer de pele e melanoma, um tipo de câncer de pele especialmente agressivo.
Como alerta a dermatologista Fabiana Wanick, "isso leva à formação de lesões pré-malignas e câncer de pele, inclusive o surgimento de melanoma, ou modificando alguns sinais que você já tem, e esses sinais podem se transformar em melanoma, que é um câncer de pele bem agressivo".
Reconhecer esses riscos é o que torna a prevenção diária tão importante, e não apenas nos dias de praia ou piscina.